
Presidente checo diz que défices excessivos são inadmissíveis
O Presidente checo não tem papas na língua e hoje, na conferência conjunta com Cavaco Silva, no final do encontro de ambos no castelo de Praga, disparou: "Como antigo primeiro-ministro e primeiro-ministro, nunca admitiria défices como hoje se registam em alguns países europeus".
E continuou: "Por isso penso que se alguém o admitiu, tem agora que suportar as consequências desse acto".
Ambos os Presidentes tinham sido questionados sobre as possibilidades dos países em dificuldades e com défices excessivos poderem recuperar rapidamente da actual crise.
O tema constou das conversações entre os dois chefes de Estado, que se conhecem há longos anos e seguiram, até, percursos idênticos: ambos foram, primeiro, ministros das Finanças, depois primeiros-ministros e, finalmente, Presidentes dos seus respectivos países.
in Expresso

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